20 Fevereiro
3ª Feira
3ª Feira
Decidimos ir, esta manhã, ver a exposição de Picasso “Picasso La Joie de Vivre, 1945-1948”, no Palazzo Grassi.
O recepcionista (continua impecavelmente vestido), ensinou-nos como vão os venezianos para San Samuele… Virámos imediatamente à esquerda do hotel, numa rua estreitinha, onde não passam turistas. Direitos à Igreja de S. Rocco. Aqui, entrámos. As paredes e os tectos estão recobertos por pinturas de Tintoretto (1518-1594), que foi confrade da Scuola Grande di San Rocco. Além de Tintoretto, estão presentes, também, obras de Sebastiano Ricci, Giuseppe Angeli, Pordenone e outros.
O recepcionista (continua impecavelmente vestido), ensinou-nos como vão os venezianos para San Samuele… Virámos imediatamente à esquerda do hotel, numa rua estreitinha, onde não passam turistas. Direitos à Igreja de S. Rocco. Aqui, entrámos. As paredes e os tectos estão recobertos por pinturas de Tintoretto (1518-1594), que foi confrade da Scuola Grande di San Rocco. Além de Tintoretto, estão presentes, também, obras de Sebastiano Ricci, Giuseppe Angeli, Pordenone e outros.
IGREJA DE SAN ROCCO
Caminhámos até ao Campo de S. Tomá e, aí, por um euro,atravessámos o Gran Canalle de gôndola. Como fazem os venezianos.
Depois, ala até ao Palazzo Grassi, que foi comprado e restaurado pela Fiat e é uma galeria de Arte. Vários pintores da Colecção François Pinault, uma selecção Post-Pop. Entre eles, Jeff Koons, que foi casado com Schicholina, com esculturas em aço inox com cores fortes. Na fachada virada para o canal, está um cão como que feito de balões…Na sala, a lua (Moonlight Blue) e a escultura, busto de Jeff e Ilona (1991).
PALAZZO GRASSI e ESCULTURA DE JEFF KOONS
De Picasso, foi a maior exposição que já vimos. Desenhos (centauros, mulheres, cabras), óleos, escultura em cerâmica e travessas com temas de touradas e touros. E, claro, o próprio quadro “La joie de vivre”, que dá o nome à exposição. A maioria das obras é do Museu Picasso em Antibes, no sul de França. Algumas, poucas, de colecções particulares aqui de Veneza. Também algumas fotografias de Picasso, feitas por Michel Simas. Valeu a pena.A pé, sempre, até à Ponte dell'Academia, a terceira ponte que atravessa o Grande Canal, que ainda não conhecíamos. (As outras, são Rialto e a Degli Scalzi, junto do nosso hotel, que liga a Estação a Santa Croce).
PONTE DELL' ACADEMIA
Da Ponte della Academia, até San Marco que é, hoje (e sempre…) o centro do Carnaval. Mas, antes, almoçámos. Já estamos “queimados” com as confusões. De longe, uma vista geral.
PONTE DE RIALTO
A saborear um gelado, fomos observando a praça a encher, a fervilhar. Às 16.30, forma-se uma mascarada, a partir de Ferrovia até San Marco. O melhor, é assistir de varanda, no quarto do hotel. E, calmamente, passeando, fotografando os recantos, até ao “Antiche Figure”…A “mascarada”, eram uns vinte figurantes que mais pareciam uma arruada de Carnaval em Portugal. “É um grupo de samba de Ovar!...”, dizia o Alfredo.Só saímos para jantar no “Marciana”. Foram as primeiras pizzas a sair e, por isso, estava um pouco queimada a massa, o que nos valeu um desconto de dois euros, graças ao empregado simpático, sempre atento.O Carnaval de Veneza encerrou com fogo de artifício, em San Marco, às 23.30.
amanhã será o último dia